:: MUNDO DA PROGRAMAÇÃO ::


18/01/2006


Retirado do site: http://www.kanitz.com.br/veja/bill_gates.asp

 

Esta estória é meio lenda meio fato, mas merece
ser contada como se fosse real.

Quando Bill Gates estudava em Harvard, ele tinha
um professor de matemática fantástico e
muito exigente. Tanto isso é verdade que Bill Gates
se classificou em 18º lugar num teste nacional
de matemática. Esse professor dava uma prova
final dificílima e poucos alunos conseguiam acertar todas as questões.

"Se alguém conseguir acertar completamente esta prova, eu renunciarei ao meu cargo de Professor de matemática e trabalharei para ele", dizia o professor no início da prova, com total seriedade.

Em inglês esta frase soa bem mais forte, tipo "eu serei seu subordinado para sempre", uma forma simpática de dizer que se aceita a derrota e que finalmente se encontrou alguém superior.

Bill Gates foi o aluno que mais próximo chegou de encontrar todas as soluções, tendo errado uma questão, somente no finalzinho da dedução.

Passados vinte anos, se alguém for para Boston poderá encontrar o tal professor batendo a cabeça na parede de Harvard Square, balbuciando : "Por que eu fui tão rígido? Por que que eu fui tão rígido?’’

Tivesse sido menos rigoroso, o agora anônimo professor seria hoje, provavelmente, o segundo homem mais rico do mundo.

O interessante dessa estória é o fato de que alunos de Harvard ouvem de seus professores o seguinte conselho: "Se um dia você encontrar alguém, um colega ou um subordinado, mais competente que você, faça dele o seu chefe, e suba na vida com ele".

No Brasil, um colega de trabalho que comece a despontar é imediatamente tachado de picareta, enganador e puxa-saco. Em vez de fazê-lo chefe, começa um lento e certeiro boicote ao talento. Nossa mania de boicotar chefes lembra a mentalidade do "Se hay gobierno soy contra". Nestas condições, equipes dificilmente conseguem ser formadas no Brasil, e temos um excesso de prima-donas, donos da verdade sem nenhuma equipe para colocar as idéias em prática.

Se não aprendermos a escolher os nossos chefes imediatos, como iremos escolher deputados, governadores e presidentes da República ?

Milhares de jovens acreditam ingenuamente que, apesar de ter cabulado a maioria das aulas, quando adultos contratarão pessoas inteligentes que suprirão o que não aprenderem. Ledo engano, pessoas inteligentes são as primeiras a procurar parceiros competentes para trabalhar.

Melhor do que procurar as melhores empresas para trabalhar é procurar os melhores chefes e trocar de emprego quantas vezes seu chefe trocar o dele. Como fizeram as dezenas de programadores que decidiram trabalhar para a Microsoft, na época em que ela era dirigida por um fedelho de 19 anos e totalmente desconhecido.

Achar um bom chefe não é fácil. Temos muito mais informações sobre empresas do que sobre pessoas com capacidade de liderança.

Mas, na próxima vez que encontrar um amigo para saber se o emprego dele paga bem, pergunte quem são os bons chefes e líderes da empresa em que ele trabalha,

É muito melhor promover um subordinado a seu chefe se ele for claramente mais competente do que você, do que ficar atravancando a carreira dele e a sua.

Subordinar-se a um chefe competente não é sinal de submissão nem de servilismo, mas uma das melhores coisas que você poderá fazer para sua carreira. Embora ser o número 1 de uma organização seja o sonho de muitos jovens, a realidade é que 95% de sua carreira será desenrolada como o número 2 de algum cargo.

A pior decisão na vida do professor de Bill Gates foi a de não seguir o seu próprio conselho. Portanto fique de olho nos seus colegas de trabalho e faculdade que parecem ser brilhantes e tente trabalhar com eles no futuro. Eles poderão ser o caminho para o seu sucesso.

Publicado na Revista Veja de 24 de junho de 1998.

Escrito por Mundo da Programação às 20h35
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22/12/2005


PIADA: O faxineiro da Microsoft
 
Um homem que estava desempregado, entra num concurso da Microsoft para ser faxineiro.
O Gerente de RH o entrevista, faz um teste (varrer o chão) e lhe diz: "O serviço é seu"; me dê seu e-mail e eu lhe enviarei a ficha para preencher, e a data e hora em que deverá se apresentar para o serviço.

O homem, desesperado, responde que não tem computador, e muito menos, e-mail. O Gerente de RH, disse que lamenta, mas se não tiver e-mail, quer dizer que virtualmente não existe, e, como não existe, não pode ter o trabalho.

O homem sai, desesperado, sem saber o que fazer; somente tem US$ 10 no bolso.

Então decide ir ao supermercado e comprar uma caixa de 10 quilos de tomates. Bate de porta em porta vendendo os tomates a quilo, e, em menos de duas horas, tinha conseguido duplicar o capital. Repete a operação mais três vezes e volta em casa com US$ 60.

Entao, ele verifica que pode sobreviver dessa maneira, sai de casa cada dia mais cedo e volta a casa mais tarde, e assim triplica ou quadruplica o
dinheiro a cada dia. Pouco tempo depois, compra uma Kombi, depois troca por um caminhão e pouco tempo depois chega a ter uma pequena frota de veiculos para distribuição.

Passados 5 anos, o homem e dono de uma das maiores distribuidoras de alimentos dos Estados Unidos. Pensando no futuro da sua familia, decide tirar um seguro de vida. Chama um corretor, acerta um plano e quando a conversa acaba, o corretor lhe pede o e-mail para enviar a proposta. O homem disse que não tem e-mail.

Curioso, o corretor lhe disse: Você não tem e-mail e chegou a construir este império, imagine o que você seria se tivesse e-mail!

O homem pensa e responde:
- Seria faxineiro da Microsoft!!

* Moral da história 1: A Internet não soluciona sua vida
* Moral da história 2: Se você quer ser faxineiro da Microsoft, procure ter um e-mail.
* Moral da história 3: Se você não tem e-mail e trabalha muito, pode vir a ser milionário.
* Moral da história 4: Se você recebeu isto por e-mail, você está mais perto de ser faxineiro do que de ser milionário.

 

Introdução à programação LUA

(A LINGUAGEM TUPINIQUIM)



A linguagem de programação LUA tem conquistado os desenvolvedores de programas e aplicações aos poucos, graças a sua simplicidade, leveza e "poder de fogo", uma vez que pode ser usada para criação de scripts diversos, banco de dados e até programas. Sua diversidade de utilização e portabilidade já conquistaram até mesmo a gigante Microsoft, que fechou um acordo de parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), local onde a linguagem nasceu, para integrar a LUA na plataforma .NET, que deve ocorrer em, aproximadamente, 12 meses.

A linguagem de programação LUA é leve e poderosa, projetada para estender aplicações e usada como uma linguagem de propósito geral. Sua interoperabilidade é capaz de criar pontes entre sistemas diferentes através da criação de novos sistemas que facilitam essas conexões entre ASP e PHP, Windows e Solaris e outros exemplos que se possa pensar. LUA é, na verdade, uma biblioteca escrita em ANSI C compilada sem nenhuma modificação em qualquer plataforma que tenha um compilador compatível com o padrão, como Windows, Solaris, Linux ou Macintosh.

Escrito por Mundo da Programação às 23h05
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21/12/2005


MODERNIDADE: DE MODO FILOSÓFICO

O que foi a Revolução Industrial senão a Modernidade saindo de seu quarto?
Oprimida, quietinha ali no seu canto resolveu então a caminhar junto com a sociedade.
Todos a viam passar ali sempre de cabeça baixa, no seu canto.
E ela fazia planos para o futuro. Não pensava em dominar o mundo mas sim em melhorar a vida de todos.
E com o tempo ganhou a confiança de muitos, outros a viam ainda como coisa de outro mundo.
Passaram-se os anos, e ela foi crescendo, ganhando forças. Até que ficou tão grande, tão forte que todos ficaram com medo dela.
Quem diria, a Modernidade ali pequenininha todos a viam com desprezo e agora ela era grande todos temiam-na.
Mas ela dizia que não era para ninguém se assustar, pois ela continuava pensando em todos.
E quando todos sabiam que era inevitável se ajustar a ela ela veio e começou a aborrecer aos pequenos.
Começou com uma tal de Nanotecnologia, depois veio com um monte de história que não agradava aos religiosos nem aos pequenos trabalhadores.
E de repente, quando ninguém esperava, veio ela e cometeu um de seus maiores erros: inventou a bomba atômica.
Aí foi um desespero geral, no Japão então, nem se fala.
Mas ela se desculpou, inventou os computadores na área da medicina ficou melhor.
E sempre com promessas de melhorar passou a estar presente em todas as casas, após o advento do computador pessoal.
Ainda assim queria mais, inventou o Notebook e o Palmtop e passou a estar também presente em todos os lugares que fôssemos.
Onde saímos, sentimos a presença dela.
Ela é inevitável.
É irremediável.
É poderosa.
A mesma modernidade que empobrece muita gente, enriquece outros.
Da mesma forma que facilita a vida de estudantes, atrapalha a vida de pessoas simples que não se adaptaram às mudanças.

Apesar de tudo, temos que agradecer a ela por muitos momentos de nossas vidas.
Por aquele trabalho pesquisado no GOOGLE.
Por aquele CD comprado na Internet.
Por aquele tratamento médico que seu amigo teve. Com a ajuda dela.

Ela pode ser a "OVELHA NEGRA" da sociedade.
Mas eu prefiro analisar os pontos bons e pensar apenas nas coisas que ajudam nosso mundo.
Por que eu gostaria de saber sobre cameras que nem ao menor posso ver?
Se formos olhar pelo lado médico, iremos observar que tem seu lado bom.
Mas pelo lado da espionagem urbana, é algo que devemos combater.

Viva a Modernidade! (QUE AJUDA O MUNDO)

Escrito por Mundo da Programação às 13h11
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